INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

A ASPA criou este blogue em 2012, quando comemorou 35 anos de intervenção cívica.
Em janeiro de 2025 comemorou 48 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
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segunda-feira, 25 de março de 2013

ENTRE ASPAS - "Uma cidade de todos e para todos... humanizar o desenho do espaço público"

Este texto convida os bracarenses a uma reflexão centrada nas obras levadas a cabo no âmbito do projeto "A Regenerar Braga" e chama a atenção dos responsáveis autárquicos para os critérios a seguir quando se desenha a cidade.
Esses critérios terão sido seguidos em Braga?
Terão sido criadas condições para que TODOS possam usufruir do espaço público? 
Diário do Minho - 25 março de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

"A REGENERAR BRAGA"... de novo na ordem do dia

Lamentamos que a Câmara Municipal de Braga não tenha promovido debate e esclarecimento público, sobre  a intervenção em cada praça e rua da cidade, quando decidiu avançar com o projeto "A Regenerar Braga". 
Virar as costas à população não surtiu o melhor efeito e, pelos vistos, o candidato a presidente da autarquia pelo PS percebeu que os bracarenses exigem o acesso à participação nos processos públicos.  O Fórum que agora promove pretenderá compensar o debate que não existiu?
Impõe-se uma mudança de atitude face a questões que a todos dizem respeito e que é já demasiado tardia nesta cidade.
A opinião pública bracarense será favorável às obras levadas a cabo nas praças  e ruas de Braga? 
O que pensam as pessoas que têm limitações ao nível da mobilidade? 

O que se perdeu? O que se ganhou? O que piorou?
Diário do Minho - 20.02.2013
De vez em quando surgem opiniões que convém registar sobre  as essas mesmas obras...
Diário do Minho - 20.02.2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

ENTRE ASPAS - "Braga e o seu contexto fluvial: Rio Este"

Será que Braga percebeu a importância do Rio Este (no passado longínquo e mais recente) e soube valorizá-lo como recurso turístico, didático  e de lazer?
Será que a intervenção no Rio Este, no âmbito do Projeto "A Regenerar Braga", teve em consideração as mais valias aqui apresentadas e prevê valorizá-las ?
Seria interessante a sinalização dos locais mais expressivos:
  • saídas para Olisipo (Lisboa) e Emerita (Mérida);
  • recuperar de forma coerente a zona dos Galos.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ENTRE ASPAS - "PALÁCIO DO RAIO: desrespeito gritante pela obra-prima do rococó português!"




"É bem sabido que o Palácio do Raio é uma obra maior do rococó europeu. E também é bem sabido que uma das duas características principais do rococó é a assimetria. Se olharmos para os ornatos que envolvem as suas portas e janelas veremos que são todos profundamente assimétricos. Não foi esse, porém, o desenho escolhido para o pátio que agora o defronta... ".

Resta apenas perguntar se uma tal obra teve a autorização da Direção Geral do Património Cultural e, num caso de um edifício tão relevante, do seu proprietário, a Misericórdia.
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A obra em curso na envolvente do Recolhimento das Convertidas, peça fundamental do passado da cidade, é outro caso estranho, pois o monumento está classificado e a ZEP abrange a área intervencionada. 
As fotos falam por si...









quinta-feira, 8 de novembro de 2012

PALÁCIO DO RAIO - a escadaria estará autorizada?


A fachada rocaille e a escadaria do Palácio do Raio estão classificadas como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 40684, de 13-07-1956, pelo que tudo fazia prever que o monumento fosse alvo da atenção da Direção Regional de Cultura Norte (DRCN).
A escadaria mandada construir no âmbito das obras "A regenerar Braga" estará autorizada?

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"AS CIDADES NA HISTÓRIA" - Congresso internacional a decorrer em Guimarães

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Reconhecer a importância do passado e assumi-lo como ponto de partida para um futuro sustentável é, sem dúvida, o caminho certo para o desenvolvimento das cidades. 
Guimarães é estes dias palco do debate científico em torno das cidades e população "desde a cidade antiga até às cidades do futuro", prevendo já, para os próximos anos, "segundo congresso internacional sobre outros temas como sociedade, arte, cultura, política, etc".
Destacamos ideias expressas nesta notícia, a propósito do Congresso e do efeito da Capital Europeia da Cultura no espaço público, a que os bracarenses deviam estar atentos:
  • "As artes e a cultura são nucleares, tanto na definição concreta da cidade, como no desenho do seu espaço".
  • "Estudar as cidades a partir dos problemas da população, partindo do passado para preparar o futuro". 
  • "Confronto olhos nos olhos entre o tradicional e o moderno"
  • "Tudo num processo democrático que convocou o envolvimento e participação de instituições e cidadãos"

Aos bracarenses mais desatentos aconselhamos vivamente uma visita a Guimarães... pois nada melhor do que ver e sentir uma cidade que melhorou consideravelmente nos últimos anos, valorizando os recursos do passado e perspetivando o futuro.

Guimarães é, a vários níveis, um exemplo para Braga.

Se o executivo que lidera Braga tivesse assumido uma postura democrática, convocando o envolvimento e a participação de instituições e cidadãos, Braga seria também uma cidade de referência no circuito turístico nacional.
A forma como decorreu  a intervenção levada a cabo no âmbito do projeto "A regenerar Braga" é um triste exemplo de não envolvimento das instituições e cidadãos e disso são prova:

... trata-se de tomadas de posição que refletem o estado de espírito de cada vez maior número de bracarenses, relativamente ao modo como o executivo decide sobre o espaço público que a todos nós pertence.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

REGENERAR BRAGA... quanto custa?

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Quanto pagamos para arrancar as lajes de granito retiradas das praças e passeios de Braga?
Que destino tiveram?
Quanto custou a pedra nova?
Estas e outras questões pertinentes sobre o modo como tem decorrido o projeto "A regenerar Braga" têm sido repetidamente colocadas nas redes sociais e na imprensa local. 
A ASPA manifestou-se também sobre intervenções no espaço público e sobre o "Regenerar Braga", no blogue, na coluna ENTRE ASPAS e através de comunicados públicos... mas sem resposta!

Por que razão mantém a autarquia o silêncio, não dando resposta às questões levantadas pelos cidadãos? 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

"A REGENERAR BRAGA" - obras na Av. da Liberdade e Rua dos Chãos

O vereador Hugo Pires afirma que "não há motivo para preocupações"  e que as obras são " supervisionadas pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho".
Estaremos atentos...
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Diário do Minho - 18/08/2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

ENTRE ASPAS - "Um museu da memória de Braga no Parque da Ponte"


Espalhados pelo recinto do parque da Ponte, estavam diversos elementos graníticos que pertenceram a monumentos desmantelados da nossa cidade. Tratava-se de um autêntico museu a céu aberto que merecia ser preservado, de forma a manter viva a memória do passado da nossa cidade. Estamos a falar de praticamente todos os elementos da fachada da igreja do Convento dos Remédios, demolido em 1911; do cruzeiro do Senhor da Saúde e seu alpendre, outrora no Campo das Carvalheiras; do pórtico jónico que pertencia à antiga fachada da igreja do Salvador; ao arco do antigo mercado do Peixe; e, ainda, da magnífica porta rococó que outrora pertenceu à igreja do Paço.

Brevemente, vai ser entregue à Câmara Municipal uma petição de cidadãos bracarenses requerendo o regresso das pedras retiradas, desta vez acompanhadas de placas com a devida informação acerca dos monumentos de onde vieram e a referência do local onde se encontravam. 
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