INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

A ASPA criou este blogue em 2012, quando comemorou 35 anos de intervenção cívica.
Em janeiro de 2025 comemorou 48 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
Mostrando postagens com marcador ENTRE ASPAS 2015. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ENTRE ASPAS 2015. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ENTRE ASPAS - 2015

                   1º Entre Aspas de 2015
Último Entre Aspas de 2015

A coluna Entre Aspas, do Diário do Minho, é um espaço de divulgação e reflexão centrada no património. Um espaço onde a ASPA (Associação para o Estudo, Defesa e Divulgação do Património Cultural e Natural) partilha, com os seus leitores, informação e preocupações relativas ao património. Esta colaboração permitiu, durante décadas, alertar a opinião pública e as instituições para o risco em que se encontravam recursos valiosos herdados do passado: Bracara Augusta, Mosteiro de Tibães, Complexo das Sete Fontes, Recolhimento das Convertidas,  espaço público, etc.
Partimos do princípio que só será capaz de defender e proteger o património quem o conhece, reconhece o seu valor e o considera parte da nossa história e memória comum.

Em 2015 foram várias as problemáticas tratadas:

APRENDER HISTÓRIA DESCOBRINDO A CIDADE

PATRIMÓNIO EM RISCO

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

ENTRE ASPAS - " MINIMIZAR AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: do Global ao Local"

As alterações climáticas, que inicialmente preocuparam somente os investigadores, são actualmente o centro da atenção de líderes mundiais pois têm implicações graves na economia, na qualidade de vida da população e, em caso extremo, colocam em risco a sobrevivência de muitas espécies. 
Cimeira do Clima (COP 21) a nível global e o projeto ClimAdpaPT a nível local  dão sinais de mudança para melhor em várias vertentes (ambiental, social e económica) e setores de atividade (energia e indústria, biodiversidade, agricultura e florestas, segurança de pessoas e bens, ordenamento do território, recursos hídricos, saúde humana, turismo e zonas costeiras). 
Será suficiente o acordo estabelecido na Cimeira do Clima? 
Diário do Minho - 28 de dezembro de 2015
Em Braga realizou-se a 1 de dezembro o workshop  ClimAdpaPT.Local, no qual a ASPA participou. Incluiu a auscultação dos participantes (representantes da autarquia, instituições públicas e organizações da sociedade civil) em Mesas Temáticas centradas no debate, troca de ideias e contributos para  a Estratégia de Adaptação às Alterações Climáticas de Braga.

Foi lançado um novo paradigma de desenvolvimento global e local, absolutamente contrário ao que se fez em Braga nas últimas décadas.
Perante este novo paradigma, alguém se lembraria de investir num novo parque de estacionamento, de grandes dimensões, no Centro Histórico de Braga? 

sábado, 12 de dezembro de 2015

ENTRE ASPAS - "Braga antes de Braga. O I milénio antes de Cristo"


APRENDER HISTÓRIA DESCOBRINDO A CIDADE (4)

Em Braga é fácil aprender História.
O que podemos visitar? Onde? Qual a informação a consultar?
O Doutor Sande Lemos situa-nos no passado e desafia-nos  a visitar monumentos do I milénio antes de Cristo.
Diário do Minho - 14 de dezembro 2015
Em Braga podemos visitar:
O Castro do Monte Redondo está classificado como Monumento Nacional, os Castros  de Santa Marta das Cortiças, do Monte da Consolação e o Castro Máximo, como Imóvel de Interesse Público.

Aconselhamos a consulta de:
No Museu D. Diogo de Sousa poderão ser observados materiais desta fase da História do concelho.

  

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

ENTRE ASPAS - "Rua de S. Vicente: zona de grande sensibilidade patrimonial"


A demolição de duas casas na rua de S. Vicente, em Braga, das quais só resta a fachada, é sinal de que há um longo caminho a percorrer no sentido da reabilitação.
A mudança desejável na política municipal exige uma nova mentalidade da parte dos proprietários, dos técnicos e dos cidadãos, de modo a que sejamos capazes de integrar o património existente sempre que se intervém num edifício ou espaço de qualidade.
À Câmara Municipal de Braga cabe, também, ter uma atitude pró-ativa e condicionadora do formato de cada intervenção.
Só assim poderemos acautelar o futuro e a atratividade do nosso Centro Histórico.
                                                                     Ampliar
Diário do Minho - 30 de novembro