INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

A ASPA criou este blogue em 2012, quando comemorou 35 anos de intervenção cívica.
Em janeiro de 2023 comemorou 46 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

ENTRE ASPAS "Braga e o Centro Histórico. Os Largos"

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Neste texto, Francisco Sande Lemos  "orienta" uma "visita" rápida ao passado que nos permite compreender aspetos da evolução urbana de Braga. 

"O Centro Histórico possui hoje uma rede de largos, que conferem à cidade uma matriz peculiar em que alternam as ruas com praça, sendo talvez esta trama um dos principais encantos do centro de Braga"

"... os largos são pontos de descompressão urbana. Por isso mesmo justificam um carinho especial por parte da edilidade".

Focaliza-se no Largo Carlos Amarante, "... que talvez seja o que está menos cuidado e mais ferido"



terça-feira, 10 de novembro de 2020

ENTRE ASPAS "Património Cultural Edificado do Concelho: alteração ao Código Regulamentar de Braga

Entre aspas
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Na sequência da intervenção que a ASPA tem mantido, e reconhecendo o interesse da discussão pública das alterações ao Código Regulamentar de Braga - parte D - Centro Histórico, foi entendimento, da associação, apresentar ao Município um conjunto de notas e sugestões que visam um melhor alcance, operacionalidade e eficácia do Documento, participação de que damos conhecimento público.

Neste texto relembramos um conjunto de alertas que a ASPA tem efetuado ao município de Braga, no sentido da salvaguarda e valorização do edificado, praças e ruas históricas, tanto na vertente da urgência da sua classificação de âmbito concelhio, como reclamando competência e rigor na análise de projetos que têm em vista a intervenção em edifícios de valor arquitetónico ou integrantes de conjuntos de importância patrimonial relevante, como ainda no apelo ao exercício da fiscalização de obras (múltiplas vezes realizadas ao arrepio dos projetos aprovados) e à exigência de afixação de avisos em edifícios e locais para os quais se encontra em curso a elaboração de estudos e projetos de intervenção.