INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

Em 2012 a ASPA comemorou 35 anos de intervenção em Braga. Criou, nessa data, este blogue.
Em 2017 comemora 40 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
DEZEMBRO DE 2013
O novo executivo municipal suspende o PDM na área da ZEP das Sete Fontes.
Foi dado o 1º passo e há, finalmente, a esperança para o Monumento Nacional.

JUNHO DE 2015
O PDM aprovado na Assembleia Municipal de Braga prevê área de construção em ZEP do Monumento Nacional.
Novamente um futuro incerto para o Complexo das Sete Fontes?!

MARÇO de 2016
Publicada a Declaração nº16/2016, de 3 de março, que revoga o despacho que aprovou a constituição de faixa de reserva "non aedificandi" para o lanço da EN 103-Variante de Gualtar, entre o Nó do Hospital e o Nó Norte (Nó do Fojo).
É o fim da variante que atravessaria o Complexo das Sete Fontes e tanto preocupava os defensores do Monumento Nacional.

terça-feira, 26 de abril de 2016

AVENIDA JOSÉ MOREIRA: uma homenagem merecida

Ontem em Braga, 25 de Abril, fez-se justiça com a inauguração da Avenida José Moreira.
Na presença de diversas entidades, de elementos dos corpos diretos da ASPA e, muito particularmente, dos numerosos membros da sua Família, finalmente Braga reconheceu aquele que foi um dos mais generosos e dedicados dos seus cidadãos que, nos últimos anos da sua vida se notabilizou pela ação persistente na defesa do Património Cultural.

Entre várias batalhas em que participou destaca-se a luta pela salvaguarda das Sete Fontes. Uma luta iniciada pela ASPA em 1995, com o pedido de classificação do Sistema Hidráulico Setecentista ao qual o executivo municipal de então não reconheceu valor. Valor que só passados 16 anos, em 2011, o estado Português reconheceu, atribuindo-lhe o estatuto de Monumento Nacional.
José Moreira faleceu em 2003, ano em que foi publicado o Despacho de homologação do Complexo das Sete Fontes como Monumento Nacional.  

O seu nome ficará, para sempre, associado ao Complexo das Sete Fontes e aos Combates da ASPA.



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