A ASPA (Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural) foi fundada em 1977, em Braga, tendo como área prioritária de intervenção o distrito de Braga e Viana do Castelo. Como principais acções destaca-se a defesa da cidade romana de Bracara Augusta, a luta pela reintegração do Mosteiro de Tibães no património nacional e pela classificação e salvaguarda do Complexo das Sete Fontes.
INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO
Em 2012 a ASPA comemorou 35 anos de intervenção em Braga. Criou, nessa data, este blogue.
Em 2017 comemorou 40 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
SETE FONTES
DEZEMBRO DE 2013
O novo executivo municipal suspende o PDM na área da ZEP das Sete Fontes.
Foi dado o 1º passo e há, finalmente, a esperança para o Monumento Nacional.
JUNHO DE 2015
O PDM aprovado na Assembleia Municipal de Braga prevê área de construção em ZEP do Monumento Nacional.
Novamente um futuro incerto para o Complexo das Sete Fontes?!
MARÇO de 2016
Publicada a Declaração nº16/2016, de 3 de março, que revoga o despacho que aprovou a constituição de faixa de reserva "non aedificandi" para o lanço da EN 103-Variante de Gualtar, entre o Nó do Hospital e o Nó Norte (Nó do Fojo).
É o fim da variante que atravessaria o Complexo das Sete Fontes e tanto preocupava os defensores do Monumento Nacional.
JULHO 2018
A CMB apresenta às associações e aos proprietários dos terrenos, o "Ponto da Situação e a Estratégia Executória para o Complexo Ecomonumental das Sete Fontes".
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Parque Transfronteiriço do Gerês-Xurés
Vídeo Promocional do Parque Transfronteiriço do Gerês-Xurés inserido no projeto "Valor Gerês-Xurés" e cofinanciado pelo POCTEP. Mais informações em: www.valorgeres-xures.pt.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
DENOMINAÇÃO DE ORIGEM DE VARIEDADES REGIONAIS - contributo para a sustentabilidade agrícola
Será que os Minhotos conhecem as variedades de fruta regional?
Quantos sabem que a maçã Porta-da-Loja é colhida agora, depois de sujeita a frio e humidade durante a noite, quando apresenta já a tonalidade avermelhada que a caracteriza e, posteriormente, conservada em lojas térreas até Março/Abril, mesmo sem recurso a frio artificial?
Quem teve a oportunidade de confirmar o excelente paladar desta maçã será que tem conhecimento do seu valor alimentar, mais concretamente do teor de antioxidantes e minerais?
Sendo conhecidas as tradições associadas à maçã Porta-da-Loja, como foi possível serem ignoradas durante décadas? Se Oviedo valorizou a cidra, ao ponto de captar turistas com base na tradição associada ao modo de servir esta bebida, não seremos nós capazes de valorizar também a maçã Porta-da-Loja associada a um copo de Vinho Verde?
As variedades regionais de macieira, pereira, laranjeira e ameixoeira, entre outras, são património genético vegetal, que deve ser conservado, divulgado e valorizado sob o ponto de vista comercial.
Haja vontade e coragem política, e também por parte das instituições públicas, organizações de agricultores e cooperativas agrícolas/de fruticultores, para promover uma fruticultura sustentável com base em variedades regionais e avançar para a criação da denominação de origem da Porta-da-Loja.
Para saber mais sobre as variedades regionais do Minho, neste caso de macieiras, aconselhamos a leitura do texto de Raúl Rodrigues, engenheiro agrícola e professor de fruticultura na Escola Superior Agrária de Ponte do Lima, que tem investido na recolha deste património genético vegetal.
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| Correio do Minho - 8 de setembro de 2014 |
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
ENTRE ASPAS - "Participação em processos de consulta pública: direito à informação e à expressão"
A necessidade de informação como condição para a
participação pública é óbvia: para alguém se poder pronunciar sobre um plano ou
projeto precisa de o conhecer e precisa também de saber como se pode expressar
sobre ele. O acesso à informação é um dos três pilares da Convenção das Nações
Unidas sobre o Acesso à Informação, Participação Pública no Processo de Tomada
de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente, subscrita e ratificada
por Portugal.
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| Diário do Minho - 22 setembro 2014 |
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
ENTRE ASPAS - "As Lojas Históricas são Património!"
Em Braga sobrevivem lojas antigas que acompanharam várias gerações de bracarenses e podem, ainda, ter um papel de destaque no futuro da cidade que as viu nascer.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
ENTRE ASPAS - "Ir a banhos no Minho" (2) e (3)
Não era nada fácil ir a banhos no final do séc. XIX e início do séc. XX!
Manuela Barreto Nunes recorda vivências dessas épocas nos textos publicados na coluna Entre Aspas, no Diário do Minho, sendo o primeiro de 14 de julho.
Os banhos eram tomados cedo, pelas oito horas da manhã, antes da refeição a que hoje chamamos pequeno-almoço...
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| Diário do Minho - 25 agosto |
O
hábito de frequentar as praias já bem entrado o Outono permanece ainda durante,
pelo menos, os primeiros trinta anos do século XX...
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| Diário do Minho - 25 agosto 2014 |
domingo, 17 de agosto de 2014
"Augusto, Imperador de Roma e fundador de Bracara Augusta"
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