Se muito mudou no centro histórico desde 1756, persistem as grandes estruturas e eixos viários bem como as praças... conforme se pode verificar no mapa de André Soares.
A ASPA (Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural) foi fundada em 1977, em Braga, tendo como área prioritária de intervenção o distrito de Braga e Viana do Castelo. Como principais acções destaca-se a defesa da cidade romana de Bracara Augusta, a luta pela reintegração do Mosteiro de Tibães no património nacional e pela classificação e salvaguarda do Complexo das Sete Fontes.
INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO
Em 2012 a ASPA comemorou 35 anos de intervenção em Braga. Criou, nessa data, este blogue.
Em 2017 comemorou 40 anos de intervenção.
Numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
SETE FONTES
DEZEMBRO DE 2013
O novo executivo municipal suspende o PDM na área da ZEP das Sete Fontes.
Foi dado o 1º passo e há, finalmente, a esperança para o Monumento Nacional.
JUNHO DE 2015
O PDM aprovado na Assembleia Municipal de Braga prevê área de construção em ZEP do Monumento Nacional.
Novamente um futuro incerto para o Complexo das Sete Fontes?!
MARÇO de 2016
Publicada a Declaração nº16/2016, de 3 de março, que revoga o despacho que aprovou a constituição de faixa de reserva "non aedificandi" para o lanço da EN 103-Variante de Gualtar, entre o Nó do Hospital e o Nó Norte (Nó do Fojo).
É o fim da variante que atravessaria o Complexo das Sete Fontes e tanto preocupava os defensores do Monumento Nacional.
JULHO 2018
A CMB apresenta às associações e aos proprietários dos terrenos, o "Ponto da Situação e a Estratégia Executória para o Complexo Ecomonumental das Sete Fontes".
segunda-feira, 15 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
ENTRE ASPAS - "Salvando Bracara Augusta"
Vários assuntos ficaram
por esclarecer no debate "Salvando Bracara Augusta" realizado
recentemente no Museu D. Diogo de Sousa, por iniciativa das associações Braga +
e JovemCoop.
Sempre presente e persistente, a ASPA aguarda pelo dia em que Braga assuma o património como estratégico tornando a cidade e o concelho competitivos em termos nacionais e internacionais.
Para ler o texto abrir hiperligação em novo separador
terça-feira, 18 de junho de 2013
ENTRE ASPAS - "O MONUMENTO NACIONAL DAS SETE FONTES - uma vergonha para o Município de Braga"
Não temos dúvidas que há cada vez mais bracarenses que ouviram falar das Sete Fontes e muitos conhecem já o Sistema Hidráulico mandado construir no séc. XVIII por D. José de Bragança para abastecer de água a cidade de Braga.
Passámos tempos de obstrução (1995 a 2011) e tempos de demagogia (2011 a 2013), mas não desistimos.
Será que o debate promovido pelas associações Braga+ e JovemCoop constituiu um momento de viragem quanto ao futuro das Sete Fontes?
Para ler o texto abrir hiperligação num outro separador
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| Diário do Minho - 17junho2013 |
Será que a CMB percebeu, finalmente, que os bracarenses exigem o respeito pelo património, e pelo ambiente, da sua cidade e do seu concelho e querem um Parque Verde nas Sete Fontes?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
ENTRE ASPAS - "Conversas sobre Imagens de Braga - Antero Seabra"
Na viragem do séc. XIX para o séc. XX a cidade foi visitada por diversos fotógrafos, por vezes de propósito para visitarem eventos específicos como a Exposição Agrícola de 1863 ou as comemorações do Centenário de Lançamento da 1ª Pedra da igreja do Bom Jesus (1884).
Entre os nomes conhecidos estão Antero Seabra, Aurélio da Paz dos Reis, Emílio Biel, Carlos Relvas e Photographia Universal A. Solas.
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| Diário do Minho - 3 junho 2013 |
domingo, 2 de junho de 2013
UM EXEMPLAR DE CASA "ANTIGA PORTUGUESA" QUE DESAPARECEU... mas salvaram-se os azulejos
A casa foi demolida mas os painéis de azulejos foram salvos... pois a família Sotto Mayor ofereceu-os à ASPA.
Foram cuidadosamente retirados com orientação de especialista e um dia virá, em que os bracarenses poderão recordar os painéis que se habituaram a ver no dia a dia.
Para ler: "AZULEJARIA - A arte que relata o mundo português"
Foram cuidadosamente retirados com orientação de especialista e um dia virá, em que os bracarenses poderão recordar os painéis que se habituaram a ver no dia a dia.
Para ler: "AZULEJARIA - A arte que relata o mundo português"
RIO CÁVADO - situações inadmissíveis no séc.XXI
O Rio Cávado tem sido alvo de notícia e pelos piores motivos - descargas poluentes e acumulação de resíduos de construção civil nas suas margens! Desde quando? Até quando?
Para além do abuso por parte de quem não cumpre a Lei, estas situações indiciam também a falta de atenção para os problemas locais, não só por parte dos responsáveis a quem competia dar o alerta, mas também por parte da população. Reflete ainda a falta de fiscalização por parte de quem devia controlar o espaço público, neste caso a zona ribeirinha.
A falta de formação e sensibilidade ambiental por parte de quem não cumpre, e o facilitismo por parte das entidades a quem compete fazer cumprir, conduzem a situações de risco ambiental que não são admissíveis no séc. XXI.
Está em causa a qualidade da água, a saúde da população, a proteção da vida selvagem e a salvaguarda da paisagem, valores que exigem a articulação entre a população, políticos com responsabilidades locais e técnicos de serviços públicos.
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| Diário do Minho - 1junho2013 |
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| Diário do Minho - 2junho2013 |
Os nossos parabéns às associações que organizam brigadas de controlo do Rio Cávado e suas margens.
A ocorrência de situações deste tipo no séc. XXI, quando tanto investimento foi realizado no sentido de as evitar, leva-nos a colocar algumas questões:
O Rio Cávado é, ou não, um ponto forte do distrito de Braga?
O que tem sido feito para evitar/controlar este tipo de situações?
O que pode ser feito em comum para valorizar o Rio Cávado como recurso para o desenvolvimento sustentável de Braga e concelhos vizinhos?
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